segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

A vigésima segunda postagem

Individualismo em pauta

Para que haja a destruição completa de um determinado problema, independente de sua dimensão ou categoria, é preciso que este seja entendido desde sua origem e assim ocasionando um insight (conhecimento repentino para a solução de um problema). Baseado na atual situação que vivo eu usarei de tal tática para a resolução de uma problemática que se instalou há pouco de um ano em minha vida, provando sua eficácia ou não.

Primeiramente, apresento a definição encontrada no dicionário para a questão em pauta:

• individualismo → Posição de espírito oposta à solidariedade; egoísmo; egocentrismo. Teoria que faz prevalecer o direito individual sobre o coletivo.

Analisando atentamente o ambiente diário é possível encontrar essa posição de espírito com uma facilidade incomum. Um dos poucos condicionamentos produtivos é que não existe este que viva individualmente, ninguém é uma ilha, somos um arquipélago. No qual, eu acredito veemente ainda mais diante da atualidade mundial só posso crer que o primeiro passo para uma realidade melhor é darmos as mãos sem visar a quem. Porém, mesmo com este pensamento, um ser humano pode acabar sedendo espaço para o individualismo sem notar, porém, a independência apresentada pela tese deste é artificial como sua aplicação. Seres humanos não são descartáveis, cada um nós somos grandes vencedores portando um história incrível em nossos ombros. Entretanto, o individualismo não permite a possibilidade de tormarmos conhecimento disso, uma perda lastimável.

Agora, analisando-o propriamente eu posso afirmar que há falhas em sua teoria e, na verdade, ele não existe apenas quer existir para camuflar uma amargura adquirida a partir de experiências que ao invés de absorvidas como grandes lições foram taxadas de injustiças de um destino questionável, afinal, é mais fácil culparmos uma força universal e invisível que assumir a responsabilidade de nossas próprias atitudes. Em outras palavras, o individualismo oferece a oportunidade de sermos apenas atores coadjulvantes no palco de nossas vidas e deixar o controle desta ao acaso evitando assim responsabilidades e decisões, como também aprendizado e crescimento. Caberá apenas a nós decidir: Vale mais a pena assistir nossa vida ou assumir os riscos dela e seu controle? Ser o escritor da própria história ou se limitar a um leitor ocasional?

®

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