quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

A quarta postagem

Dois lamento não formam um laço.
 
A verdade é cruel para todos nós: Todo mundo sofre, todo mundo morre... Mas nem todos sobrevivem, nem todos lutarão! Este último é privilégio de poucos, infelizmente. Porque assumir suas fraquezas e covardias é incômodo, torna tudo ao redor difícil e limitado. Então, é preferível acreditar que o limite se aproxima e virar à esquerda e não seguir em frente porque PODE machucar um pouco mais. O campo de rosas escondendo seus espinhos afiados sob lindas flores récem-florescidas é mais atraente que aquele pequeno trecho de arame farpado, onde a dor é garantida ou não, afinal, nem todos chegaram perto o suficiente para enxergar o que ocorre ali e, os que seguiram em frente, não voltaram para dizer a verdade. Riscos, não é mesmo? 

Se eu pudesse, não mudaria meu passado para poder me garantir agora ou no futuro. Ele é parte de mim, uma parte que muito me orgulha exatamente pelo o que é: PASSADO. Quer dizer que eu passei, passou já... Independente de como tenha sido minha caminhada, de cabeça erguida ou não, significa que eu não estou mais lá. As cicatrizes permanecerão para que eu nunca o esqueça e elas não me servirão de motivos para chorar ou lamentar e, sim, me fortalecer e pensar: Pare, olhe para trás, você já passou por situações piores. Agora, observe o seu redor, você vai se deixar abater por ISSO?

Essa é MINHA linha de racíocinio, a qual tem me trazido coisas boas, a qual nem sempre é posta em prática ou é, tardiamente.

Porém... o perdão torna-se sempre meu objetivo e eu não posso me encarregar de conquistá-lo. Porque a covardia não é minha... O pouco dela que havia em mim, eu enfrentei... Todavia, teria sido mais fácil agir como todos os outros... Fugir.

®


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