E eu... que me perdi na floresta dos desatentos? ☼
A segunda postagem, poxa, que coisa, não? É como viver por obrigação e respirar sem motivação, uma rima bonitinha que pode tornar-se sua filosofia de vida após algumas horas sem qualquer distinção entre si. É confortável ou não, mal consigo distinguir a diferença entre estar consciente e não. De que valeria também? Ambos me carregam os olhos de um peso invisível e não me remetem à nada. Não é tristeza, não é ansiedade, não é felicidade... Se é que é algum sentimento, pode ser indiferença. Será indiferença um sentimento? Ou uma palavra construtiva que criaram para animar nossos dias? Construtiva em termos! Porque o mau uso dela pode tornar-se destrutivo, mas a vida é assim. O mau uso dela pode ser destrutivo. Uau.
Dizem que é só uma fase e eu chegaria a acreditar nisso se fosse capaz de acreditar em alguma coisa, deve ser mesmo. Ou talvez não seja. Pode ser a emancipação da realidade. Não me valho de medicamentos, pois, o que me resta de consciência confirma que não me ajudarão em nada. Apenas, fragilizarão-me diante do nada que me rodeia. Um nada que é tudo e tudo é nada. Confuso! Ah, confusão de novo? Sempre uma ou outra. Assim a vida se torna um eterno entretenimento, correto?
Espere, eu paro e sinto... Rio! Novamente, sempre rindo... Um furacão de emoções me atinge e eu não consigo me focar em uma única emoção específica, começo a rir, parece loucura. Será que enlouqueci? Não, eu estou sóbreo. Estou vendo minha mãe diante de mim, ela está lá. Urinando. E eu aqui... Escrevendo e sentindo. Sentindo muitas coisas. Não sinto vontade de chorar, apenas sorrio. Sorrir. Sorriso.
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