domingo, 7 de fevereiro de 2010

A sétima postagem

Implosão
Manusear uma caneta pode ser uma tarefa simples para aqueles que não carregam uma mensagem reprimida no âmago da alma e é até ridicularizada quando tal mensagem emerge depois de tanto esforço, afinal, aquilo que abriga-se na essência de um ser humano é estritamente egoísta, pois, trata-se de sua verdade. Uma verdade que não pode ser exposta ou verbalizada porque foge da razão alheia e contradiz ou explica  fatos e atos. Essa é muitas vezes ignorada até mesmo pelos seus próprios portadores por ser inconveniente, difícil de lidar e encarar, sendo uma solução eficiene ignorá-la e seguir relevand, ignorando ou afetando-se pelos pré-julgamentos preominentes de possíveis feridas, mágoas, ressentimentos alheios.

Indiscutivelmente, todos cometemos esse pecado. É de nossa natureza, como uma auto-defesa que desperta de seu leve sono ao primeiro sinal de uma possível ameaça relacionada a determinado assunto que pode vir a criar um corte mínimo que seja na carapaça, invisível aos olhos materiais, do coração. Doce perdição de ser imperfeito. Nunca julgamos quando ferimos, a culpa é um privilégio para poucos e ainda que presente buscamos uma maneira eficaz de elimina-la rapidamente. Todavia, a mínima perturbação em nossa bolha de paz artificiale já implodimos para posteriormente explodir sob a possível ameaça que nos aflinje. 

Ops, acho que alguma verdade reprimida se despredeu e revelou-se...

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