Oh dúvida! ☼
Engraçado, às vezes, eu concluo que de tanto andar sob este sol escaldante ou utilizar de sonhos para fugir da realidade minha sanidade por enfim pode ser questionada pois eu não garanto sequer o que estou vendo e interpreto apenas baseado em egoísmo, minha única certeza é o que está contido em meu coração sendo qualquer outra ferida menosprezada ao tempo, podendo seu tempo de vida variar entre uma ou duas semanas, no máximo. Há registros de casos que levaram exatas quatro semanas, mas o fim é comum a todas. Sempre resta aquela idéia inconstante de certeza do futuro próximo, como se fosse possível prever detalhadamente o dia seguinte, então, quando ocorre o fator desconhecido e imprevisível é sempre uma grande surpresa. Até lá, é preciso aguentar firme! Há momentos em que é quase possível controlar a situação por completo mesmo quando por dentro a vontade é tampar o rosto com as mãos enquanto senta-se em um lugar qualquer e chora, chamar por ajuda, uma luz ou o simples término desse inferno, é preciso demonstrar frieza ou indiferença ao mundo, apenas confiar em meus sentimentos a mim mesmo e assim garantir um certo período de paz exterior. Dizem que a vida é como uma colheita - semeie, regue, cuide, aguarde e colha - eu discordo ou talvez minha memória não consiga recordar o suficiente para que eu possa entender o que eu plantei, o que eu acho pouco provável. Talvez, esta seja a semeação... E eu me pergunto, então, o que eu estou semeando afinal?
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