Eu é o tipo de pronome pessoal que deveria ser evitado a todo custo independente do tema abordado em qualquer um dos meus textos, ainda que o objetivo de cada um deles seja transmitir uma mensagem singular para cada possível leitor ou simplesmente treinar meu cérebro e escrita em um desafio diário e constante que é a busca de novas discussões a cada novo luar. Anteriormente, ocorria uma exploração exterior em cada texto apresentado - o que pode ser consultado nos primeiros meses do antecessor deste blog - motivo para admiração alheia e longas discussões ao longo de caminhadas, almoços e viagens de ônibus. Porém, a partir da décima nona comemoração do meu nascimento, um pequeno fato interiorizou todos possíveis textos dali em diante. Surgindo assim verbalizações complexas de sentimentos indiscutivelmente particulares seguida da exposição destes para todo e qualquer interessado, com o porém de um vocabulário calmamente escolhido possibilitando assim apenas a três pessoas uma compreensão completa do conteúdo exposto. Com o passar do tempo a interiorização tornou-se um fato concretizado e inalterável, todavia, em meio a tanta balbúrdia ocorreu o desprendimento do passado, confinamento do presente e questionamento do futuro. Tudo relatado de forma tão particular que, até mesmo aos olhos de seu escritor, os textos causam um sentimento de desgosto.
®
0 comentários:
Postar um comentário