sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

A vigésima segunda postagem

A fantasia mágica do mundo!

Afinal, qual o verdadeiro encanto de um conto-de-fadas? Será os personagens, que não demonstram perfeição apenas maturidade (sendo muitos deles anti-heróis) com sonhos humanos aproximando-os ainda mais da realidade? Ou os cenários cheios de cores e magia? Quem sabe os enredos quase clichês de tão naturais?A trilha sonora também pode acertar em cheio nossos corações... Enfim, o conjunto de tantos fatores gera o real encanto de tais fantasias omitindo seus segredos de desejo. Restando, ao término, o sonho de viver tudo aquilo que vemos. Um prazer para poucos ou, quem sabe, para todos.

Passamos a vida crendo no almejado "felizes para sempre" e esquecemos de nos permitir viver tal experiência única e eterna, a qual acontece, sim. Suas exigências são mínimas: sempre acreditar nas possibilidades mais absurdas, manter a esperança como instrumento de fé, aceitar o amor sem questioná-lo, basta sentir, deixando aquela descrença adquirida ao ingresso da fase adulta para trás. Então, se todos requisitos são preenchidos, o sonho começa lentamente a tornar-se real e quando olhamos ao redor notamos que vivemos um conto-de-fadas e cabe a nós mantê-lo para alcançarmos o final feliz, que é inexistente como descobrimos posteriormente, pois, a história não tem fim e esse é seu verdadeiro encanto!

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2 comentários:

Thermospolita disse...

"..sempre acreditar nas possibilidades mais absurdas, manter a esperança como instrumento de fé, aceitar o amor sem questioná-lo, basta sentir, deixando aquela descrença adquirida ao ingresso da fase adulta para trás."

neTrop!k@lista disse...

"...o sonho começa lentamente a tornar-se real e quando olhamos ao redor notamos que vivemos um conto-de-fadas e cabe a nós mantê-lo para alcançarmos o final feliz, que é inexistente como descobrimos posteriormente, pois, a história não tem fim e esse é seu verdadeiro encanto!"

nossa... isso é uma síntese de algo que eu também penso. realmente, viver não tem graça se não for para se viver em um conto de fadas -sem final!

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