Deus é uma metáfora! ☼
Pretendo ser breve nas minhas próprias complementando apenas o texto acerca da história religiosa do nosso mundo. Então, vamos em frente com um pouco mais de cultura para entender o presente:
Desde os primórdios, os homens acreditavam que os fenômenos da natureza (a noite, o calor, o frio, a vida e a morte) eram controlados por deuses e espíritos. Segundo suas crenças, esses espíritos eram capazes de habitar objetos inanimados como as rochas, as árvores ou os rios, cada um possuindo determinada função que se diferenciavam entre si. Os crédulos acreditavam que para tornarem-se merecedores de sua benevolência havia a necessidade de agradá-los por meio de oferendas, canções, danças, sacrifícios (humanos ou não) e “magia”.
Ao analisarmos a história das principais civilizações antigas, como Egito, China, Grécia e Roma, pode se reparar em um fator em comum, estas eram politeístas, ou seja, possuíam vários deuses, que, em sua grande maioria, eram temidos por seus adoradores, que sempre se esforçavam para não os ofender ou irritar. Sacerdotes, especialmente treinados para interpretar a vontade divina, ensinavam ao povo como viver conforme a vontade dos deuses e também como homenageá-los. Tal atividade permitia que os sacerdotes obtivessem um grande poder diante da sociedade.
Grande parte das religiões acredita numa existência após a morte, onde os bons são recompensados e os maus punidos. Isto acompanha a história da maioria das religiões desde o ínicio e é o motivo que fazia com que os egípcios embalsamassem os corpos dos faraós. Já nos funerais do homem primitivo, assim como os de chefes de tribos escandinavas, existia a demonstração de crença numa outra existência.
A idéia de uma força superior às demais, como o deus Sol, a deusa Lua, Zeus ou Odin, formou uma fé comum a muitos povos; contudo, foram os hebreus (e depois os judeus) que introduziram a crença num único Ser Supremo (Jeová), criador de todo o Universo. Posteriormente, surgiu o Cristianismo, onde a partir dos ensinamentos de Jesus Cristo, Filho de Deus, conforme se encontra escrito no Novo Testamento, o homem conhece o evangelho. A religião cristã baseia-se no amor ao próximo (mas só se baseia mesmo). Já as religiões orientais são em grande parte bem antigas e seguidas por inúmeros povos, entretanto, uma mesma religião toma rumos diferentes de acordo com o país e costumes de seus fiéis.
Ao analisarmos a história das principais civilizações antigas, como Egito, China, Grécia e Roma, pode se reparar em um fator em comum, estas eram politeístas, ou seja, possuíam vários deuses, que, em sua grande maioria, eram temidos por seus adoradores, que sempre se esforçavam para não os ofender ou irritar. Sacerdotes, especialmente treinados para interpretar a vontade divina, ensinavam ao povo como viver conforme a vontade dos deuses e também como homenageá-los. Tal atividade permitia que os sacerdotes obtivessem um grande poder diante da sociedade.
Grande parte das religiões acredita numa existência após a morte, onde os bons são recompensados e os maus punidos. Isto acompanha a história da maioria das religiões desde o ínicio e é o motivo que fazia com que os egípcios embalsamassem os corpos dos faraós. Já nos funerais do homem primitivo, assim como os de chefes de tribos escandinavas, existia a demonstração de crença numa outra existência.
A idéia de uma força superior às demais, como o deus Sol, a deusa Lua, Zeus ou Odin, formou uma fé comum a muitos povos; contudo, foram os hebreus (e depois os judeus) que introduziram a crença num único Ser Supremo (Jeová), criador de todo o Universo. Posteriormente, surgiu o Cristianismo, onde a partir dos ensinamentos de Jesus Cristo, Filho de Deus, conforme se encontra escrito no Novo Testamento, o homem conhece o evangelho. A religião cristã baseia-se no amor ao próximo (mas só se baseia mesmo). Já as religiões orientais são em grande parte bem antigas e seguidas por inúmeros povos, entretanto, uma mesma religião toma rumos diferentes de acordo com o país e costumes de seus fiéis.
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