domingo, 10 de janeiro de 2010

A décima postagem

Lendas folclóricas reais

Após a globalização, esquecemos quase que completamente do folclore - não que este tenha sido o único tesouro perdido - e deixamos de acreditar em lendas passadas de geração em geração que amendrontou muitos na infância e alguns até a fase adulta. Crer no folclore não é ignorância, mas um benefício para poucos. O benefício da inocência, de certa forma, uma valorização da cultura nacional. Porém, entre tantas as lendas que ouvimos durante a vida, algumas se fortaleceram por serem verídicas, como a dos vampiros. Sim, vampiros existem. Mas não da maneira como imaginamos ou são fantasiados pela mídia, de uma maneira bem pior, ao meu ver. 

Titularei-os de "Vampiros Modernos", afinal, estes não se alimentam de sangue ou são frágeis aos raios solares (que atingem a Terra até mesmo de noite, o que tira a lógica da lenda original) e também não são sensíveis a alho e crucifixos. Os nossos companheiros diários vagam pelos mesmos ambientes que nós, estão em toda parte. Na rua, no trabalho, em casa e talvez até em nós mesmos. O principal alimento dos vampiros modernos é os sentimentos alheios como a felicidade, a alegria, o amor, o ódio... Eles nos influenciam a sentir isso para que possam se alimentar. Regidos pelo ego, procuram formas variadas de prazer sádico. Provavelmente, há em nós um pouco deles. Afinal, para que exista um equílibrio a moeda precisa ter dois lados assim como nós ainda que demonstremos apenas o terceiro lado, o meio termo entre ambos.

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2 comentários:

Victor Hugo disse...

Que bosta. Me envergonho até!

neTrop!k@lista disse...

''O.O...

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